mai 19

LEI Nº 12.644, DE 16 DE MAIO DE 2012

Presidência da República
Casa Civil
Subchefia para Assuntos Jurídicos

LEI Nº 12.644, DE 16 DE MAIO DE 2012.


Institui o Dia Nacional da Umbanda.

A PRESIDENTA DA REPÚBLICAFaço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

Art. 1º Fica instituído o Dia Nacional da Umbanda, que será comemorado, anualmente, em 15 de novembro.

Art. 2º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.

Brasília,  16  de  maio  de 2012; 191ºda Independência e 124º da República.

DILMA ROUSSEFF
Anna Maria Buarque de Hollanda
Luiza Helena de Bairros

Este texto não substitui o publicado no DOU de 17.5.2012
fonte: http://www.planalto.gov.br/CCIVIL_03/_Ato2011-2014/2012/Lei/L12644.htm

mai 19

Atenção Federações – Festejo de Iemanjá 2012

De: Sectur8i [mailto:sectur8i@praiagrande.sp.gov.br] Enviada em: quarta-feira, 25 de abril de 2012 14:16 Para: sectur7@praiagrande.sp.gov.br

Assunto: Festejo de Iemanjá 2012

Prezados Senhores, boa tarde. Gostaria de agradecer-lhes pela receptividade de nossos contatos e informar que a reunião sugerida para o próximo dia 26 foi transferida. A nova data é 24 de maio, quinta-feira, às 10h00 nas instalações do Palácio das Artes, sede da Secretaria de Cultura e Turismo de Praia Grande. O endereço é Av. Presidente Costa e Silva, 1.600, Boqueirão, Praia Grande. Conforme mensagem anterior, peço que respondam e incentivem vossos parceiros a faze-lo. As informações levantadas serão tratadas confidencialmente e servirão para balizar as propostas para a presente edição do evento. Não são dados conclusivos ou públicos. Agradeço novamente e coloco-me à disposição ao que puder colaborar. Cordialmente, Aristides Faria Coordenador de Turismo e Eventos Coordenadoria de Turismo e Eventos (13) 3496-5716 | 3496-5717 | 3496-5705 sectur8@praiagrande.sp.gov.br Secretaria de Cultura e Turismo Av. Costa e Silva, 1600. Boqueirão, Praia Grande (SP) CEP: 11701-970

mai 19

Exú 2

Eu sou…Exú…
Eu sou o Combatente Eterno contra o Mal
Eu sou o sentinela, o guardião dos mundos
Eu sou o vigia da porta de sua casa
Eu sou aquele que te guarda
Eu sou aquele que conhece o coração de teus amigos
Eu sou aquele que sabe intenções de seus inimigos
Eu sou a capa que te cobre e protege
Eu sou o a cartola que equilibra a mente
Eu sou o punhal que corta o mal
Eu sou o fogo que se espalha purificando a casa, o corpo e a alma
Eu sou aquele que te ajuda quando menos você espera
Eu sou o seu socorro
Eu sou o seu auxilio
Eu sou aquele que te ama
Eu sou o seu companheiro
Eu sou o seu amigo
Eu sou aquele que se preocupa com você
Eu sou aquele que não te abandona jamais, mesmo que nunca mais se lembre de mim
Eu sou aquele que sempre lembra de você
Eu sou Exú o Senhor dos Mundos
Eu sou o seu Mensageiro
Eu sou o seu Guardião
Eu sou aquele que te acompanha desde o nascimento
Eu sou Exú
Eu sou amor, sou a vida, sou fé e sou a compreensão
Sou a Força
Samir Castro

mai 19

Exú

Muitos se lembram de mim quando o sentimento de angustia, quando a maldade, quando a vingança, quando o ódio, o rancor, a falsidade reinam em seus corações.
Se esquecem que eu sou a saúde, que eu sou a cura, sou o caminho, sou a renovação, sou o movimento, sou  a harmonia, sou a paz, sou o entendimento entre o amigo, sou a compreensão entre a família, eu sou a concórdia.
O equilíbrio do ser, a palavra, a expressão, a comunicação, a manifestação de sentimentos, é o que eu realmente sou.
Sou o guardião, o sentinela, sou o vigia, sou o mensageiro, sou aquele que te guarda, sou quem te guia.
Sou eu que vejo seus tombos e eu vejo você se recuperar.
Te vejo ao dormir e te vejo ao acordar.
Sou o abraço do amigo a lhe consolar, sou a mão forte que bate no ombro para lhe fortificar e sou a palavra a lhe orientar.
Sou aquele que está do seu lado para te acalmar.
Eu sou Exú, sou o fogo que purifica a alma, sou a mão que castiga os injustos, sou a fortaleza dos justos.
Eu sou aquele que te conhece, eu sou aquele que te reconhece, sou o único capaz de te entender, sou o único capaz de lhe ajudar, sou aquele que não te abandona, aquele que está sempre ali para lhe ajudar.
Sou Exú, pois, estou sempre perto de ti
Sou Exú, pois, sou parte de ti
Sou Exú, pois, só existo por ti
Samir Castro

mai 19

Pai Zulu

SALVE OS PRETOS–VELHOS
PAI ZULÚ
Vovó não quer casca de côco no Terreiro…
Faz alembrá os tempos do cativeiro!
Quanta Sabedoria há por trás desses seres tão humildes! Sabedoria que só o sofrimento da vida pode trazer. A simples presença de um Preto-Velho nos transmite a segurança de um verdadeiro batalhão! São Pais, Mães, Vôs, Vós, seres iluminados que, sempre serenos, puxam nossas orelhas, dão conselhos, abençoam, mostram o caminho. São profundos conhecedores de ervas, simpatias, rezas, mirongas, mandingas, feitiços. Dominam as forças negativas com firmeza, sem nunca perder a ternura. E a forma como se apresentam, nos faz realmente acreditar que “fora da humildade, não há salvação”.
Pai Zulú veio de Angola… Carregando a sua cruz…
com suas flores na sacola… trás as bênçãos de Jesus…
Neste mundo de meu Deus… Oxalá lhe dê mais luz
para cuidar dos filhos seus.
Pai Zulú contava histórias. Gostava de fumar cachimbo, tomar café “sem cana” (como ele dizia), e de usar um chapeuzinho de palha. Sempre usava um tercinho enrolado no punho direito, de forma que pudesse segurar o crucifixo com a mão. Nunca foi de muito falar sobre sua existência terrena. Mas afirmava que, em uma de suas passagens pela Terra, tinha sido escravo. Ele não era um negro “da lida”… era um “reprodutor”… reprodutor de futuros escravos. Disse que não tinha conta de quantos ele pos no mundo. Ele falava que considerava seus descendentes apenas consequência de seu trabalho… Sempre que sentava alguém de cabelos lisos e compridos, na sua frente, ele pegava na pontinha do cabelo e falava que era muito bonito cabelo assim, porque na sua época as mulheres tinham o cabelo diferente… e quando acordavam de manhã, estavam com o cabelo “assustado”… Pai Zulu contava que morreu afogado num córrego, um riozinho bem rasinho, com menos de um palmo “de fundura”. Atravessando por uma pinguela (uma ponte frágil), por ser muito velhinho, fraquinho, desequilibrou-se e caiu com o rosto na água e não teve forças para levantar… Quando recebia o prato com a comida dos Pretos-Velhos, ele comia só um pouquinho, bem pouquinho mesmo. Se lhe perguntassem se a comida não estava boa, ou se não tinha gostado, ele pedia desculpas, dizia que a comida estava muito gostosa e quentinha… e explicava que não sabia comer no prato: a comida para eles, era a sobra dos pratos dos donos dos escravos e era servida fria e jogada no chão da senzala… Uma história interessante, embora triste, mas com uma lição fantástica, era esta: contava que tinha hora certa para apanhar, todos os dias.  Não precisava de motivo. Apanhava muito mesmo. Eram muitas chibatadas. Doía bastante. E então falava… Sabe filha, se eu soubesse que apanhando eu ia receber hoje, tanta luz e benção de Jesus, eu ia pedir pra apanhar mais… E, pelos olhos materiais do seu médium, ele chorava…
As Sete Lágrimas de Um Preto-Velho!
Num cantinho de um terreiro, sentado num banquinho pitando seu cachimbo, um triste preto-velho chorava. De seus olhos molhados, esquisitas lágrimas lhe desciam pela face e, não sei porque, contei-as… Foram sete! Na incontida vontade de saber, me aproximei e indaguei: fala meu preto-velho, diz a teu filho porque externas  assim, uma dor tão visível? E ele, suavemente me respondeu:
Filho… As lágrimas contadas são derramadas pelos sentimentos das pessoas.
A primeira foi pelos indiferentes, que vêm em busca de distração, e saem ironizando aquilo que suas mentes ofuscadas não podem compreender…
A segunda, pelos eternos duvidosos, que acreditam desacreditando, na expectativa de um milagre que seus próprios merecimentos negam…
A terceira foi pelos maus, que somente procuram a Umbanda em busca de vingança, desejando sempre prejudicar a um seu semelhante…
A quarta foi pelos frios e calculistas, que sabem da existência de uma força espiritual e procuram beneficiar-se dela de qualquer forma…  
A quinta chega suave, tem o riso, o elogio à flor dos lábios, mas, se olhares bem os semblantes, verás escrito: creio na Umbanda, nos teus caboclos, no teu Zambi, mas somente se resolverem meu caso, ou me curarem disso ou daquilo…
A sexta foi pelos fúteis que vão de Centro em Centro, não acreditando em nada, buscando acordos e conchavos, e seus olhos revelam um interesse obscuro…
A sétima e ultima, filho meu, notas como foi grande e como deslizou pesada? Foi a ultima lágrima, a lágrima da ingratidão, aquela que vive nos olhos de todos nós. Essa, derramei pelos Médiuns vaidosos, que só pensam em brilhar, que se sentem superiores, que aparecem no Centro quando nada mais têm a fazer, que não procuram aprender a doutrina para um dia poderem ensinar. Esquecem que existem tantos irmãos precisando de amparo; esquecem de todo o bem que recebem, de como é gratificante poder fazer o bem a seu semelhante; esquecem que no dia e na hora da gira, nós estamos preparados e ansiosos para trabalhar, e não encontramos aquele corpo que nos foi destinado, restando para nós, somente o desprezo e a ingratidão…
E assim, filho meu, foi por esses sentimentos, por tanta ingratidão, que viste cair, uma a uma, as sete lágrimas de um Preto-Velho!

mai 19

Resumo da História do Zé Pilintra que Pai Samir Castro trabalha

“Nasci em 1908. Fui consagrado ao Orixá Ogum. Eu era Ogã e meus familiares todos faziam parte do culto. Éramos negros e sofríamos muito com o preconceito, um preconceito velado, porém existente. Eu era filho de marceneiro e desde pequeno auxiliava meu pai na confecção de cadeiras e móveis em geral.

Aos 7 anos de idade meu pai resolveu migrar de Salvador, nossa terra natal, para o Rio de Janeiro. Fomos eu, meu pai, minha mãe e mais 2 amigos cujos familiares permitiram irem conosco. Tínhamos a ilusão de estar na capital brasileira e que a vida seria bem mais fácil. Mudamo-nos para as proximidades da Lapa, nas imediações de  Santa Tereza. Ali trabalhamos naquilo que sabíamos fazer, com amor e carinho; porém, a situação se agravava com o passar dos anos. Então, aos 15 anos de idade, eu e meus amigos iniciamos uma certa “arrecadação financeira”, no intuito de melhorarmos um pouco nossas condições de vida. Pequenos golpes com jogos de azar nos garantiam um bom rendimento financeiro. Assim, nos tornamos bons malandros da vida fácil, o que era, de fato, bem mais fácil do que tentarmos trabalhar normalmente. E seguimos o ritmo natural da época, que perdurou por anos e anos.
Lembro que aos 16 anos de idade, cada um de nós tomou um rumo, e, eu e meus dois amigos nos separamos. Nessa época, o mundo foi meu dono. Porém, nunca esqueci meus pais e, sempre que podia, levava um dinheiro para auxiliá-los. Com 17 anos trabalhei de forma informal, o que condizia com a época, na zona portuária do Rio de Janeiro, e lá, durante as idas e vindas de algumas pessoas, me apaixonei por uma mulher, com quem passei a encontrar durante dias e noites.
Para trabalhar, eu saía de casa com meus pés descalços, sem camisa, com um fio de conta azul e branco e um fio vermelho e azul, cruzados, um punhal e o meu chapéu de palha. Eu era um homem negro bonito, dos olhos vermelhos, e totalmente encantado por aquela mulher. O que não notei é que, nos nossos encontros, eu era vigiado de longe por seu marido.
Esses eram os raros momentos em que eu me vestia com um terno branco, que tinha conseguido para poder participar da musicalidade e das poucas distrações que a vida me permitia na época.
Um dia, saindo do meu trabalho, me vi cercado por 4 homens, que ao virem me atacar, a única defesa que encontrei foi utilizar meu punhal que sempre estava comigo e claro, gingava meu corpo tentando acertá-los, como bom capoeirista que era. Infelizmente, os 4 se tornaram vários homens, pois era uma boa emboscada, e quando eu menos esperava, vi minhas mãos presas e levei um soco na região da barriga, perdendo o ar e, por alguns segundos, os sentidos. Por mais forte que eu fosse não tinha mais forças para lutar e me entreguei aqueles golpes. Ao olhar para o lado vi que meus dois amigos, dos quais me havia separado, estavam ali tentando me ajudar, mas também foram surrados de forma covarde.
Fui morto com meu próprio punhal e meus 2 amigos também: os 3 degolados e largados em um monte de ferros. Como digo sempre: “Sou de Ogum, morri com a faca de Ogum e no Ferro de Ogum”.
Minha vida sempre foi sofrida. Meu coração era doce e minha mente era ágil. Minhas atitudes eram tomadas de acordo com a forma com que os problemas se apresentavam, de acordo com o momento, apenas por uma questão de sobrevivência.
Apesar de estar ligado à Linha de Zé Pilintra, gosto muito das cores AZUL e BRANCO: o Branco é paz, é calma, e o Azul é a espiritualidade, a saúde, relacionado a Ogum, Cosme e Damião (os grandes médicos), e Iemanjá.
Minha roupa é diferente dos demais, mas sou um Zé, sou Zé Malandro, sou Zé Curador,
Sou Zé Soldado de Nosso Senhor.”

mai 19

Curso Sentinelas e Mensageiros

COMUNICADO – ALTERAÇÃO DE DATA
Devido a grande procura, eu Santiago Almeida, juntamente com Bàbálòrìsà Samir Castro, decidimos estender o prazo para inscrições e pagamento referente ao Curso “Sentinelas e Mensageiros”, para o dia 25 de Junho.
De São Paulo Para Juazeiro do Norte – EM JULHO -
- PARTICIPE -

Curso Sentinelas e Mensageiros

Com este curso, dividido em 3 módulos, nosso intuito é explicar, de forma clara e objetiva, as semelhanças e diferenças entre:
Exú Orixá, Pombagira, Exú e Exú Mirim.

MÓDULO 1 – Reinado dos Exús, Pombagiras e Exús Mirins na Umbanda
Magias, Fundamentos, Mistérios e Axé.

MÓDULO 2 – Oferendas, Trabalhos Variados, Pontos Riscados, Pontos Cantados e Seus Fundamentos.

MÓDULO 3 – Orixá Èsù (Orixá Exú)
Definição, Oferendas e Representações.

A Federação de Umbanda e Candomblé Luz e Verdade, o Centro de Estudos Espirituais Luz e Verdade e a Egbè Èsù Akèsan e Sociedade Umbandista José Pilintra, através do Bàbálòrìsà Samir ti Èsù (Babalorixá Samir de Exú) trazem, para Juazeiro do Norte, o Módulo 1 – Reinados dos Exús na Umbanda – Magia, Fundamentos, Mistérios e Axé. O Curso trata sobre: 1) História das Senzalas; 2) Início da Umbanda, Definição e Atuação; 3) Exú, Pomba-Gira e Exú Mirim: Campo de Atuação, Representação Externa, Ferramentas e Símbolos de Trabalho; 4) Ervas de Exú; 5) Representações de Exú; 6) Reinado dos Exús: Definição, Reino dos Exús e seus responsáveis; 7) Falanges e Seus Reinos de Atuação; 8 ) Orixás a que correspondem os Exús, Pombagiras e Exus Mirins; 9) Trabalhos Variados. Entre outros temas relacionados a estas grandes entidades. O curso terá início no dia 06 de julho de 2012 encerrando em 08 de julho de 2012. São 3 aulas com 6 horas de duração. O Segundo Módulo está alterado para o mês Setembro e o Terceiro Módulo está alterado para o mês de Novembro.
Os interessados deverão entrar em contato através dos telefones:

FIXO: (88) 3571-7681

OI: (88) 8823-3115

TIM: (88) 9687-9120

LOCAL: AV. CARLOS CRUZ, 1311-A (NOME ATUAL Av. Vereador Antônio F Coimbra, 1311A)

Bairro Salesianos, próximo à Academia Atletic Point
Tratar com: Santiago e Débora
Valor do Investimento do Primeiro Módulo: R$150.00
DATA: 06, 07 e 08 de julho

“Nos dias atuais, através de minhas pesquisas que incluem além de livros, conversas com amigos, internet e opiniões de novos adeptos, tenho observado uma certa dificuldade dos mesmos em definir o que é Exú, Pombagira e Exú Mirim. Além disso, tenho notado uma definição errônea para Reinados de Exú. Antigamente, quando falávamos sobre Reinados, na verdade estávamos nos referindo a pontos de atuação dos Orixás e Entidades. “
Realização:
Federação Luz e Verdade e Santiago Almeida

mai 18

Seja Bem Vindo (a)

SE FORMOS SEGUIR A LEI COM RIGOR, TODOS DEVEM TER SEUS DOCUMENTOS REGISTRADOS EM CARTÓRIO, CNPJ, ALVARÁ DE FUNCIONAMENTO EMITIDO PELA PREFEITURA, ETC.

ENTRETANTO, NÃO PODEMOS IGNORAR O FATO DE QUE, UM GRANDE NÚMERO DE CASAS ESPIRITUAIS, LOCALIZAM-SE NAS RESIDÊNCIAS DE SEUS DIRIGENTES, SENDO CONSTUÍDAS POR UM NÚMERO MUITO PEQUENO DE PESSOAS, E, ALÉM DISSO, SUAS ATIVIDADES NÃO JUSTIFICAM UM RIGOR MAIOR, NO QUE SE REFERE A DOCUMENTAÇÃO, O QUE ACARRETA GASTOS QUE MUITAS VEZES SE TORNAM UM FARDO.

DESSA FORMA, A FEDERAÇÃO ACONSELHA QUE ESSAS CASAS TENHAM SEUS DOCUMENTOS, PORQUE É NECESSÁRIO, MAS SEM LEVÁ-LOS A CARTÓRIO, OU SEJA, A FEDERAÇÃO PROVIDENCIA A DOCUMENTAÇÃO DESSES GRUPOS, E LHES DÁ TODA ASSISTÊNCIA, COM OS MESMO DIREITOS QUE OS FILIADOS REGISTRADOS EM CARTÓRIO:

ATA DE FUNDAÇÃO
ESTATUTO SOCIAL
CERTIFICADO DE FILIAÇÃO
DIPLOMA DO DIRIGENTE ESPIRITUAL
DIPLOMAS AOS MEMBROS DA CASA COM CARGO ESPIRITUAL
CARTEIRA DE IDENTIDADE RELIGIOSA AOS DIRETORES
AUTORIZAÇÃO DE FUNCIONAMENTO ANUAL
ASSISTÊNCIA JURÍDICA

TODO INÍCIO DE ANO A FEDERAÇÃO ENCAMINHA AOS SEUS FILIADOS, UM DOCUMENTO DENOMINADO “AUTORIZAÇÃO DE FUNCIONAMENTO”.

ESSE DOCUMENTO NÃO SUBSTITUI E NÃO DEVE SER CONFUNDIDO COM O “ALVARÁ DE FUNCIONAMENTO”, QUE É EXPEDIDO EXCLUSIVAMENTE PELAS PREFEITURAS.

MELHOR ESCLARECENDO: A AUTORIZAÇÃO DE FUNCIONAMENTO É VÁLIDA SOMENTE PARA O ENDEREÇO E O ANO NELA CONSTANTES E TEM A FINALIDADE DE COMPROVAR QUE AQUELA CASA ESTÁ FILIADA A UMA ASSOCIAÇÃO QUE A REPRESENTA E QUE TODOS OS ANOS TEM SUA AUTORIZAÇÃO RENOVADA.

A FEDERAÇÃO NÃO TEM AUTONOMIA PARA CANCELAMENTO DE MULTAS NA PREFEITURA OU PSIU – PROGRAMA DE SILÊNCIO URBANO.

O DEPARTAMENTO JURÍDICO DA FEDERAÇÃO OFERECE “ASSISTÊNCIA JURÍDICA” AOS SEUS FILIADOS.

ESSA ASSISTÊNCIA É PRESTADA AOS INTERESSADOS NA CAPITAL, ESTADO DE SÃO PAULO E QUALQUER OUTRO ESTADO DO BRASIL.